Vigia de camelódromo destruído por incêndio diz à polícia que água de hidrante não saiu ao tentar apagar fogo

Chamas atingiram e destruíram mais de 150 lojas populares que ficavam no último andar da Estação Rodoviária de São José do Rio Preto (SP). Incêndio de grandes proporções destrói camelódromo em Rio Preto Arquivo Pessoal O vigia que estava trabalhando no momento em que o incêndio começou no camelódromo de São José do Rio Preto (SP), conhecido popularmente como Shopping Azul, prestou depoimento à Polícia Civil e relatou que tentou conter o fogo, mas um dos hidrantes não tinha água. O incêndio foi registrado no sábado (26) e mais de 160 lojas ficaram destruídas. No depoimento ao delegado responsável pelo caso, João Lafayette Sanches Ferreira, o vigia Antonio Marcos Gutierrez, de 49 anos, afirmou que viu a fumaça saindo de baixo do balcão de uma das lojas. Foi quando arrombou a porta, pegou um extintor e tentou controlar as chamas. Contudo, a água que saiu era insuficiente Em seguida, o funcionário chamou dois guardas civis municipais que estavam no andar de baixo e pediu para acionar o Corpo de Bombeiros. No depoimento, ele relata que, depois de um dos guardas subiu para o Shopping Azul, foi em direção a um hidrante que ficava no pé da escada do mesmo piso em que o incêndio começou, mas ele e o guarda não conseguiram acionar o equipamento. Apenas restos de ferros e mercadorias sobraram no Shopping Azul de Rio Preto Divulgação/Prefeitura de Rio Preto Antonio ainda contou que os dois foram, então, para o andar de baixo, onde encontraram outro hidrante. Foi quando conseguiram passar a mangueira para o último piso da Estação Rodoviária e chegaram a mais ou menos 15 metros de distância do fogo, mas a água não saiu. Ainda segundo o depoimento à polícia, o vigia afirmou que, durante a tentativa, as chamas se alastraram rapidamente. Lâmpadas começaram a estourar e houve um apagão. O vigia afirmou também que correu até o disjuntor, desligou a energia no andar do Shopping Azul e desceu para aguardar a chegada do Corpo de Bombeiros. Ele ressaltou que não foi submetido a nenhum curso para manuseio de hidrantes ou extintores. Área de camelódromo ficou destruída após incêndio em Rio Preto (SP) Reprodução/TV TEM Investigação Segundo o delegado João Lafayette Sanches Ferreira, o incêndio continua sendo investigado pela corporação. “O intuito do inquérito é conseguir provas da existência ou não de fato delituoso. Então, vamos ter provas periciais, testemunhais e documentais”, afirmou. Em nota, a Empresa Municipal de Urbanismo de São José do Rio Preto (Emurb) disse que manutenção dos extintores e os testes dos hidrantes estavam em dia. A recarga dos extintores foi realizada em 6 de janeiro. Já o Serviço Municipal Autônomo de Água e Esgoto (Semae) informou que os equipamentos internos do Shopping Azul, sua manutenção e operação, não são de responsabilidade da autarquia. Área de camelódromo ficou destruída após incêndio em Rio Preto (SP) Reprodução/TV TEM Veja mais notícias da região no G1 Rio Preto e Araçatuba VÍDEOS: mais assistidos da região

Vigia de camelódromo destruído por incêndio diz à polícia que água de hidrante não saiu ao tentar apagar fogo

Chamas atingiram e destruíram mais de 150 lojas populares que ficavam no último andar da Estação Rodoviária de São José do Rio Preto (SP). Incêndio de grandes proporções destrói camelódromo em Rio Preto Arquivo Pessoal O vigia que estava trabalhando no momento em que o incêndio começou no camelódromo de São José do Rio Preto (SP), conhecido popularmente como Shopping Azul, prestou depoimento à Polícia Civil e relatou que tentou conter o fogo, mas um dos hidrantes não tinha água. O incêndio foi registrado no sábado (26) e mais de 160 lojas ficaram destruídas. No depoimento ao delegado responsável pelo caso, João Lafayette Sanches Ferreira, o vigia Antonio Marcos Gutierrez, de 49 anos, afirmou que viu a fumaça saindo de baixo do balcão de uma das lojas. Foi quando arrombou a porta, pegou um extintor e tentou controlar as chamas. Contudo, a água que saiu era insuficiente Em seguida, o funcionário chamou dois guardas civis municipais que estavam no andar de baixo e pediu para acionar o Corpo de Bombeiros. No depoimento, ele relata que, depois de um dos guardas subiu para o Shopping Azul, foi em direção a um hidrante que ficava no pé da escada do mesmo piso em que o incêndio começou, mas ele e o guarda não conseguiram acionar o equipamento. Apenas restos de ferros e mercadorias sobraram no Shopping Azul de Rio Preto Divulgação/Prefeitura de Rio Preto Antonio ainda contou que os dois foram, então, para o andar de baixo, onde encontraram outro hidrante. Foi quando conseguiram passar a mangueira para o último piso da Estação Rodoviária e chegaram a mais ou menos 15 metros de distância do fogo, mas a água não saiu. Ainda segundo o depoimento à polícia, o vigia afirmou que, durante a tentativa, as chamas se alastraram rapidamente. Lâmpadas começaram a estourar e houve um apagão. O vigia afirmou também que correu até o disjuntor, desligou a energia no andar do Shopping Azul e desceu para aguardar a chegada do Corpo de Bombeiros. Ele ressaltou que não foi submetido a nenhum curso para manuseio de hidrantes ou extintores. Área de camelódromo ficou destruída após incêndio em Rio Preto (SP) Reprodução/TV TEM Investigação Segundo o delegado João Lafayette Sanches Ferreira, o incêndio continua sendo investigado pela corporação. “O intuito do inquérito é conseguir provas da existência ou não de fato delituoso. Então, vamos ter provas periciais, testemunhais e documentais”, afirmou. Em nota, a Empresa Municipal de Urbanismo de São José do Rio Preto (Emurb) disse que manutenção dos extintores e os testes dos hidrantes estavam em dia. A recarga dos extintores foi realizada em 6 de janeiro. Já o Serviço Municipal Autônomo de Água e Esgoto (Semae) informou que os equipamentos internos do Shopping Azul, sua manutenção e operação, não são de responsabilidade da autarquia. Área de camelódromo ficou destruída após incêndio em Rio Preto (SP) Reprodução/TV TEM Veja mais notícias da região no G1 Rio Preto e Araçatuba VÍDEOS: mais assistidos da região