“Máfia Digital” fatura R$ 15 milhões inventando sucessos e cancelando pessoas

De semana passada pra cá, um dos assuntos do momento quando se fala em redes sociais é a chamada “Máfia Digital”, termo escolhido pelo jornalista Léo Dias, que denunciou um esquema fechado entre páginas no Instagram que cobram para elevar (ou derrubar) uma pessoa na rede social. Os valores cobrados por algumas páginas variam e podem chegar até R$ 20 mil para pessoas físicas e para marcas e empresas o valor supera os R$ 100 mil. Sucessos inventados e pessoas canceladas, essa foi a maneira que rendeu um faturamento de mais de R$ 15 milhões à “Banca Digital”. A influenciadora e escritora Polly Oliveira, em entrevista ao Léo Dias para sua coluna hospedada no site Metrópoles, trouxe um outro assunto à tona, o “Shadowban” termo usado para o ato de bloquear o usuário de uma rede social de forma que ele não seja entregue a outros perfis e não perceba que foi banido. As declarações de Polly me chamaram atenção e aguçou a minha curiosidade para entender melhor o “Shadowban”. Com fonte do site “Postgrain”, entenda comigo como funciona:  O shadowban no Instagram acontece quando seu conteúdo deixa de aparecer em feeds de hashtags, de localização ou até mesmo na aba Explorar. Dessa forma, seus posts só aparecem para as pessoas que já te seguem, o que pode diminuir bastante o alcance e a conquista de novos públicos. Isso faz com que o uso de hashtags estratégicas e localizações caia por terra totalmente, já que ninguém novo vai ser atingido pelos seus posts. Por outro lado, para o Instagram faz sentido que isso ocorra com alguns perfis porque muitos deles se utilizam de técnicas impróprias para expandir os números como bots, automações e hashtags irrelevantes, que não necessariamente têm relação com o conteúdo postado. O que acaba prejudicando a experiência […] O post “Máfia Digital” fatura R$ 15 milhões inventando sucessos e cancelando pessoas apareceu primeiro em Terceira Via.

“Máfia Digital” fatura R$ 15 milhões inventando sucessos e cancelando pessoas
De semana passada pra cá, um dos assuntos do momento quando se fala em redes sociais é a chamada “Máfia Digital”, termo escolhido pelo jornalista Léo Dias, que denunciou um esquema fechado entre páginas no Instagram que cobram para elevar (ou derrubar) uma pessoa na rede social. Os valores cobrados por algumas páginas variam e podem chegar até R$ 20 mil para pessoas físicas e para marcas e empresas o valor supera os R$ 100 mil. Sucessos inventados e pessoas canceladas, essa foi a maneira que rendeu um faturamento de mais de R$ 15 milhões à “Banca Digital”. A influenciadora e escritora Polly Oliveira, em entrevista ao Léo Dias para sua coluna hospedada no site Metrópoles, trouxe um outro assunto à tona, o “Shadowban” termo usado para o ato de bloquear o usuário de uma rede social de forma que ele não seja entregue a outros perfis e não perceba que foi banido. As declarações de Polly me chamaram atenção e aguçou a minha curiosidade para entender melhor o “Shadowban”. Com fonte do site “Postgrain”, entenda comigo como funciona:  O shadowban no Instagram acontece quando seu conteúdo deixa de aparecer em feeds de hashtags, de localização ou até mesmo na aba Explorar. Dessa forma, seus posts só aparecem para as pessoas que já te seguem, o que pode diminuir bastante o alcance e a conquista de novos públicos. Isso faz com que o uso de hashtags estratégicas e localizações caia por terra totalmente, já que ninguém novo vai ser atingido pelos seus posts. Por outro lado, para o Instagram faz sentido que isso ocorra com alguns perfis porque muitos deles se utilizam de técnicas impróprias para expandir os números como bots, automações e hashtags irrelevantes, que não necessariamente têm relação com o conteúdo postado. O que acaba prejudicando a experiência dos usuários, última coisa que o Instagram quer. Apesar de muitos usuários relatarem ter sofrido com o shadowban, o Instagram nunca chegou a admitir publicamente que a sanção realmente existe. Por outro lado, reconheceu o problema que alguns usuários enfrentam e, inclusive, já deu dicas para evitar que os perfis sofram esse tipo de contratempo, o que de certa forma acaba admitindo a existência do problema. O post “Máfia Digital” fatura R$ 15 milhões inventando sucessos e cancelando pessoas apareceu primeiro em Terceira Via.