Justiça nega pedido para Flordelis deixar de usar tornozeleira eletrônica

Magistrada disse que várias violações à medida cautelar não foram justificadas. A deputada Flordelis (PSD-RJ) durante depoimento no Conselho de Ética da Câmara Reprodução / TV Câmara A juíza Nearis dos Santos Carvalho Arce, da 3ª Vara Criminal de Niterói, indeferiu nesta quarta-feira (14) pedido da deputada federal Flordelis (PSD-RJ), ré no caso do assassinato de seu ex-marido pastor Anderson do Carmo, para parar de usar tornozeleira eletrônica. A defesa da deputada tinha pedido no dia 1º a revogação do uso de tornozeleira eletrônica por "falhas técnicas no equipamento". "Vale registrar que, embora a ré tenha justificado duas das violações à medida cautelar de monitoramento eletrônico, nos dias 23 de março e 2-1 de maio de 2021, por meio das certidões de fls. 25.016/25.017, este Juízo tem- recebido mensalmente a informação de diversos outros descumprimentos, que 'restaram sem justificativa", escreveu a magistrada na decisão. A deputada responde às acusações de homicídio triplamente qualificado – por motivo torpe, emprego de meio cruel e de recurso que impossibilitou a defesa da vítima –, tentativa de homicídio, uso de documento falso e associação criminosa armada. A juíza tinha determinado que Flordelis justificasse por que supostamente descumpriu o monitoramento por tornozeleira eletrônica. No pedido protocolado para que ela parasse de usar a tornozeleira, os advogados da deputada alegam que tentaram contato, pelos telefones fixos, com a central de manutenção no dia 19 de maio, e que só conseguiram falar com um número particular fornecido por funcionários depois de "dezenas de tentativas". Dizem, ainda, que a ida à central foi marcada para o dia 20 de maio e que a deputada compareceu ao local, mas o sistema estava fora do ar. Por isso um novo agendamento foi remarcado para o dia seguinte. A juíza, entretanto, citou outros problemas com a medida cautelar, que têm sido relatados "mensalmente". 6 pontos para entender o caso Flordelis

Justiça nega pedido para Flordelis deixar de usar tornozeleira eletrônica
Magistrada disse que várias violações à medida cautelar não foram justificadas. A deputada Flordelis (PSD-RJ) durante depoimento no Conselho de Ética da Câmara Reprodução / TV Câmara A juíza Nearis dos Santos Carvalho Arce, da 3ª Vara Criminal de Niterói, indeferiu nesta quarta-feira (14) pedido da deputada federal Flordelis (PSD-RJ), ré no caso do assassinato de seu ex-marido pastor Anderson do Carmo, para parar de usar tornozeleira eletrônica. A defesa da deputada tinha pedido no dia 1º a revogação do uso de tornozeleira eletrônica por "falhas técnicas no equipamento". "Vale registrar que, embora a ré tenha justificado duas das violações à medida cautelar de monitoramento eletrônico, nos dias 23 de março e 2-1 de maio de 2021, por meio das certidões de fls. 25.016/25.017, este Juízo tem- recebido mensalmente a informação de diversos outros descumprimentos, que 'restaram sem justificativa", escreveu a magistrada na decisão. A deputada responde às acusações de homicídio triplamente qualificado – por motivo torpe, emprego de meio cruel e de recurso que impossibilitou a defesa da vítima –, tentativa de homicídio, uso de documento falso e associação criminosa armada. A juíza tinha determinado que Flordelis justificasse por que supostamente descumpriu o monitoramento por tornozeleira eletrônica. No pedido protocolado para que ela parasse de usar a tornozeleira, os advogados da deputada alegam que tentaram contato, pelos telefones fixos, com a central de manutenção no dia 19 de maio, e que só conseguiram falar com um número particular fornecido por funcionários depois de "dezenas de tentativas". Dizem, ainda, que a ida à central foi marcada para o dia 20 de maio e que a deputada compareceu ao local, mas o sistema estava fora do ar. Por isso um novo agendamento foi remarcado para o dia seguinte. A juíza, entretanto, citou outros problemas com a medida cautelar, que têm sido relatados "mensalmente". 6 pontos para entender o caso Flordelis