Mulheres vítimas de violência doméstica terão direito a reserva de vagas na aquisição de imóveis em Juiz de Fora

Lei foi sancionada e publicada no Atos do Governo desta quinta-feira (31); candidatas devem apresentar documentos para comprovar existência de ação penal e outros. Veja mais. Vista geral da cidade de Juiz de Fora Prefeitura/Divulgação A Prefeitura de Juiz de Fora sancionou, nesta quinta-feira (31), uma lei que dispõe sobre a reserva de vagas para mulheres vítimas de violência doméstica na aquisição de imóveis oriundos de programas habitacionais na cidade. A informação foi publicada no Atos do Governo e assinada pelo prefeito Antônio Almas (PSDB) no último dia de mandato dele. A matéria, de autoria do vereador Wanderson Castelar (PT), substitui o projeto n° 8/2009. Segundo a lei, as mulheres devem apresentar os seguintes documentos: Certidão que comprove a existência da ação penal nos termos da Lei Maria da Penha; Instauração de inquérito policial; Relatório elaborado por um assistente social do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) ou qualquer outro órgão integrante da rede protetiva da mulher. Ainda segundo a matéria, o percentual das mulheres contempladas pelo programa não poderá ser inferior a 5%.

Mulheres vítimas de violência doméstica terão direito a reserva de vagas na aquisição de imóveis em Juiz de Fora

Lei foi sancionada e publicada no Atos do Governo desta quinta-feira (31); candidatas devem apresentar documentos para comprovar existência de ação penal e outros. Veja mais. Vista geral da cidade de Juiz de Fora Prefeitura/Divulgação A Prefeitura de Juiz de Fora sancionou, nesta quinta-feira (31), uma lei que dispõe sobre a reserva de vagas para mulheres vítimas de violência doméstica na aquisição de imóveis oriundos de programas habitacionais na cidade. A informação foi publicada no Atos do Governo e assinada pelo prefeito Antônio Almas (PSDB) no último dia de mandato dele. A matéria, de autoria do vereador Wanderson Castelar (PT), substitui o projeto n° 8/2009. Segundo a lei, as mulheres devem apresentar os seguintes documentos: Certidão que comprove a existência da ação penal nos termos da Lei Maria da Penha; Instauração de inquérito policial; Relatório elaborado por um assistente social do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) ou qualquer outro órgão integrante da rede protetiva da mulher. Ainda segundo a matéria, o percentual das mulheres contempladas pelo programa não poderá ser inferior a 5%.