Motorista de guincho é atropelado e morto por carro de luxo na Zona Leste de São Paulo

Vítima, de 57 anos, estava parada na Avenida Doutor Assis Ribeiro para socorrer cliente de seguradora. Motorista de BMW estava em alta velocidade, segundo testemunhas. Ele foi liberado após pagamento de fiança. O motorista de um guincho foi atropelado e morto por um carro de luxo em alta velocidade no fim de semana em Cangaíba, na Zona Leste de São Paulo. Câmeras de segurança gravaram o atropelamento. José Jorge Coelho de Lima, de 57 anos, estava parado com seu caminhão-guincho para atende rum cliente da seguradora que trabalhava, na Avenida Doutor Assis Ribeiro, por volta das 6h do sábado (6). As imagens mostram que a rampa para puxar o carro estava posicionada. Em seguida, o carro de luxo sobe a rampa e arrasta o motorista do guincho, que foi lançado por cima do caminhão. O carro que provocou o acidente tomba e para na frente do guincho. A vítima chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos. O corpo de José Jorge Coelho de Lima foi enterrado no domingo (7) e muitos colegas de trabalho estavam revoltados. O funcionário da seguradora Fábio Barbosa Silveira estava com a vítima no momento do acidente. “Ali é uma via de 50 km por hora. Então, ele estava muito acima de 50 km por hora. pra fazer o que ele fez, arrancar tudo aquilo ali e arremessar o seu José onde ele arremessou, ele tava muito alto. Bem ele não tava porque todo mundo que estava bem passou dentro do limite de velocidade e foi embora. ELe foi o único que passou em alta velocidade e causou todo o acidente. O motorista da BMW se recusou a fazer o teste do bafômetro. De acordo com a polícia, um laudo pericial não constatou embriaguez. Ele foi liberado após pagar fiança de R$ 4.200 e teve sua carteira de habilitação suspensa. O caso foi registrado como conduta imprudente e homicídio culposo sem intenção de matar. O irmão da vítima, Marciel Coelho de Lima, ficou revoltado com a liberação do motorista pela polícia. “A sensação que a gente que a vida do meu irmão custou R$ 4.200”, lamentou.

Motorista de guincho é atropelado e morto por carro de luxo na Zona Leste de São Paulo
Vítima, de 57 anos, estava parada na Avenida Doutor Assis Ribeiro para socorrer cliente de seguradora. Motorista de BMW estava em alta velocidade, segundo testemunhas. Ele foi liberado após pagamento de fiança. O motorista de um guincho foi atropelado e morto por um carro de luxo em alta velocidade no fim de semana em Cangaíba, na Zona Leste de São Paulo. Câmeras de segurança gravaram o atropelamento. José Jorge Coelho de Lima, de 57 anos, estava parado com seu caminhão-guincho para atende rum cliente da seguradora que trabalhava, na Avenida Doutor Assis Ribeiro, por volta das 6h do sábado (6). As imagens mostram que a rampa para puxar o carro estava posicionada. Em seguida, o carro de luxo sobe a rampa e arrasta o motorista do guincho, que foi lançado por cima do caminhão. O carro que provocou o acidente tomba e para na frente do guincho. A vítima chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos. O corpo de José Jorge Coelho de Lima foi enterrado no domingo (7) e muitos colegas de trabalho estavam revoltados. O funcionário da seguradora Fábio Barbosa Silveira estava com a vítima no momento do acidente. “Ali é uma via de 50 km por hora. Então, ele estava muito acima de 50 km por hora. pra fazer o que ele fez, arrancar tudo aquilo ali e arremessar o seu José onde ele arremessou, ele tava muito alto. Bem ele não tava porque todo mundo que estava bem passou dentro do limite de velocidade e foi embora. ELe foi o único que passou em alta velocidade e causou todo o acidente. O motorista da BMW se recusou a fazer o teste do bafômetro. De acordo com a polícia, um laudo pericial não constatou embriaguez. Ele foi liberado após pagar fiança de R$ 4.200 e teve sua carteira de habilitação suspensa. O caso foi registrado como conduta imprudente e homicídio culposo sem intenção de matar. O irmão da vítima, Marciel Coelho de Lima, ficou revoltado com a liberação do motorista pela polícia. “A sensação que a gente que a vida do meu irmão custou R$ 4.200”, lamentou.