Donald Trump dá indulto presidencial a aliados políticos

Roger Stone, Paul Manafort, Michael Flynn, George Papadopoulos e Charles Kushner (pai de Jared Kushner) receberam o perdão presidencial e não são mais considerados culpados pela Justiça dos EUA. Paul Manafort e Roger Stone, aliados de Trump que receberam indulto presidencial Eduardo Munoz e Leah Millis/Reuters Donald Trump deu indulto presidencial a dois aliados que estavam presos: Paul Manafort, que foi diretor da campanha vitoriosa de 2016 à presidência, e Roger Stone, um amigo e conselheiro político. Manafort e Stone participaram da campanha de Trump de 2016, na qual derrotou Hillary Clinton. Os dois tiveram contatos com russos que tinham interesse em interferir na campanha. Trump perdoa figuras de investigação da interferência russa Além dos dois, também receberam indultos outras duas pessoas que estiveram envolvidas com os russos: o ex-conselheiro de segurança nacional Michael Flynn e o assessor George Papadopoulos. O presidente dos EUA também perdoou Charles Kushner, um incorporador imobiliário e o pai de Jared Kushner, genro de Trump. A Constituição dos EUA dá ao presidente o poder de dar indulto a prisioneiros. Espera-se que Trump dê mais perdões nos próximos dias, antes do fim de sua gestão, em 20 de janeiro. Trump viajou para a Flórida para os feriados de fim de ano. Ele estava com Jared Kushner no avião presidencial. Pouco depois da aeronave pousar, os anúncios dos indultos foram feitos. Foram indultos a 26 indivíduos e troca de sentença para outras três pessoas (nesse caso, a condenação se mantém, mas a pena não precisa mais ser cumprida). Promotores de Nova York afirmaram que tentarão processar um dos indultados, Paul Manafort, por crimes financeiros. Mesmo entre aliados de Trump, há pessoas que discordam dos indultos. O senador republicano Ben Sasse divulgou um comunicado curto: "Isso é podre até o talo". Figuras na investigação da interferência russa Manafort, de 70 anos, não terá que cumprir a maior parte de sua sentença de 7,5 anos. Ele foi uma das primeiras pessoas próximas a Trump que respondeu criminalmente pela sua participação nas eleições de 2016. A acusação foi conduzida pelo promotor especial Robert Mueller. Manafort trabalhou durante cinco meses na campanha de Trump em 2016. Posteriormente, ele se recusou a cooperar com as autoridades --em 2018, o presidente o elogiou por isso. O advogado que representa Manafort divulgou um comunicado em que ele agradece o presidente: "Minha família e eu humildemente agradecemos o indulto presidencial que o senhor me deu. As palavras não podem expressar como somos gratos". Os bens dele que foram desapropriados não serão retornados. Stone foi condenado por perjúrio. Ele mentiu para os investigadores. Trump já havia trocado sua pena em julho, um dia antes de ele começar a sentença na prisão. No entanto, ele ainda era um condenado. O indulto garante o perdão pleno para um crime federal. Acaba-se com o resto da pena, não se paga mais as multas e de qualquer potencial consequência de uma condenação. Vídeos: veja os mais assistidos do G1

Donald Trump dá indulto presidencial a aliados políticos

Roger Stone, Paul Manafort, Michael Flynn, George Papadopoulos e Charles Kushner (pai de Jared Kushner) receberam o perdão presidencial e não são mais considerados culpados pela Justiça dos EUA. Paul Manafort e Roger Stone, aliados de Trump que receberam indulto presidencial Eduardo Munoz e Leah Millis/Reuters Donald Trump deu indulto presidencial a dois aliados que estavam presos: Paul Manafort, que foi diretor da campanha vitoriosa de 2016 à presidência, e Roger Stone, um amigo e conselheiro político. Manafort e Stone participaram da campanha de Trump de 2016, na qual derrotou Hillary Clinton. Os dois tiveram contatos com russos que tinham interesse em interferir na campanha. Trump perdoa figuras de investigação da interferência russa Além dos dois, também receberam indultos outras duas pessoas que estiveram envolvidas com os russos: o ex-conselheiro de segurança nacional Michael Flynn e o assessor George Papadopoulos. O presidente dos EUA também perdoou Charles Kushner, um incorporador imobiliário e o pai de Jared Kushner, genro de Trump. A Constituição dos EUA dá ao presidente o poder de dar indulto a prisioneiros. Espera-se que Trump dê mais perdões nos próximos dias, antes do fim de sua gestão, em 20 de janeiro. Trump viajou para a Flórida para os feriados de fim de ano. Ele estava com Jared Kushner no avião presidencial. Pouco depois da aeronave pousar, os anúncios dos indultos foram feitos. Foram indultos a 26 indivíduos e troca de sentença para outras três pessoas (nesse caso, a condenação se mantém, mas a pena não precisa mais ser cumprida). Promotores de Nova York afirmaram que tentarão processar um dos indultados, Paul Manafort, por crimes financeiros. Mesmo entre aliados de Trump, há pessoas que discordam dos indultos. O senador republicano Ben Sasse divulgou um comunicado curto: "Isso é podre até o talo". Figuras na investigação da interferência russa Manafort, de 70 anos, não terá que cumprir a maior parte de sua sentença de 7,5 anos. Ele foi uma das primeiras pessoas próximas a Trump que respondeu criminalmente pela sua participação nas eleições de 2016. A acusação foi conduzida pelo promotor especial Robert Mueller. Manafort trabalhou durante cinco meses na campanha de Trump em 2016. Posteriormente, ele se recusou a cooperar com as autoridades --em 2018, o presidente o elogiou por isso. O advogado que representa Manafort divulgou um comunicado em que ele agradece o presidente: "Minha família e eu humildemente agradecemos o indulto presidencial que o senhor me deu. As palavras não podem expressar como somos gratos". Os bens dele que foram desapropriados não serão retornados. Stone foi condenado por perjúrio. Ele mentiu para os investigadores. Trump já havia trocado sua pena em julho, um dia antes de ele começar a sentença na prisão. No entanto, ele ainda era um condenado. O indulto garante o perdão pleno para um crime federal. Acaba-se com o resto da pena, não se paga mais as multas e de qualquer potencial consequência de uma condenação. Vídeos: veja os mais assistidos do G1